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BOLETOS SEM REGISTRO

O boleto sem registro como o conhecemos deve deixar de existir ao final de 2016. A notícia, divulgada no primeiro semestre de 2015, pegou muita gente de surpresa e vem tirando o sono de quem utiliza a modalidade para fazer cobranças e deixando muitas dúvidas para quem deseja começar a utilizar a cobrança por boleto.

O Projeto Nova Plataforma de Cobrança, da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), tem o objetivo de trazer mais transparência ao mercado de pagamento.

Mas qual a diferença entre boleto com registro e sem registro?
Como o próprio nome diz, a diferença entre os dois tipos de cobrança é que um deles deve ser registrado no sistema do banco e o outro não. Com isso, o banco tem todas as informações sobre a cobrança e, para que você consiga fazer o cancelamento ou qualquer alteração no boleto, como data de vencimento, é preciso enviar um arquivo de remessa ao banco com todas as informações da transação, o que não acontece com o boleto sem registro. Assim, fica mais fácil evitar fraudes com boleto.

Outra diferença é com relação às tarifas cobradas. Na cobrança sem registro, o banco geralmente cobra tarifa apenas quando o boleto é efetivamente pago por meio da rede bancária. Já para a cobrança com registro, o banco pode cobrar tarifas sobre as operações de registro, alteração ou cancelamento do boleto. Ou seja, você pode pagar mais de uma tarifa para o mesmo boleto.

A vantagem do boleto com registro bancário é que, em caso de não pagamento, ele pode ser protestado em cartório. Apesar de não ser considerado um título de crédito, é possível protestar o título de crédito indicado no boleto, geralmente uma duplicata mercantil ou de serviço.

O fim do boleto sem registro foi anunciado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) no início do ano como parte do Projeto Nova Plataforma de Cobrança, que tem o objetivo de trazer mais transparência para o mercado de pagamento. A aplicação da nova regra será realizada em etapas, de acordo com o cronograma divulgado pela instituição:

  • Junho de 2015 – Fim da oferta da cobrança sem registros para novos clientes
  • Agosto de 2015 – Início da operação da base centralizadora de benefícios
  • Dezembro de 2016 – Término da migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
  • Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

Para que o boleto seja registrado, será obrigatório constar no documento de cobrança e no registro bancário pela internet o CPF ou CNPJ do pagador (sacado).

Os boletos sem registro emitidos após 2017 só poderão ser pagos no banco emissor, mesmo antes da data de vencimento.

 

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DICAS PARA MONTAR UMA ROTINA DE LIMPEZA EM SEU CONDOMÍNIO

Por mais fácil e simples que possa parecer, a rotina de limpeza de um condomínio é um dos maiores desafios para síndicos e condôminos.
É natural que as áreas de uso comum acumulem sujeira com muita frequência por isso, manter a limpeza do local é imprescindível para garantir o bem-estar e o conforto dos habitantes e visitantes.

Para manter uma rotina de limpeza, alguns cuidados se fazem necessários, como por exemplo materiais de limpeza. É preciso deixar à disposição da equipe responsável os materiais e equipamentos adequados para que tudo seja realizado da melhor maneira possível. E como cada área do condomínio exige técnicas e cuidados de higiene específicos, também demandam os materiais corretos para sua execução. Detergente neutro, cera, desinfetantes, esponjas, panos de chão, flanelas, baldes, rodos e vassouras são alguns dos itens fundamentais quando o assunto é manter a limpeza de um condomínio em dia.

É interessante criar uma lista com a qual se possa controlar o uso dos materiais. Assim, é possível deixar o estoque sempre em ordem, a fim de não prejudicar ou atrasar o bom andamento dos processos.

Além dos produtos, os equipamentos também podem ajudar bastante, permitindo que o trabalho seja feito com maior rapidez e menos gastos. Um exemplo são as lavadoras de piso para condomínios que, com grande abrangência, pode auxiliar bastante no processo e aumentar a eficiência de limpeza no local.

Evite deixar a sujeira acumular nas áreas que são usadas frequentemente. Para que a sujeira não acumule demais, o ideal é fazer uma faxina profunda e periódica em cada ambiente e depois ir mantendo-os limpos, fazendo uma limpeza leve diariamente.
Banheiros, vidros, portas, escadarias, elevadores, salão de festas e a academia: todos esses itens e ambientes devem ser constantemente supervisionados e mantidos em condições de uso, para não dificultar a faxina completa no dia em que tiver que ser feita. A equipe deve se manter atenta a detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos, como a limpeza de áreas que ficam fora do alcance dos olhos (como lustres ou cantinhos escondidos atrás de móveis), que podem juntar teias de aranha e poeira, o que causa uma péssima impressão em quem percebe tal falta de cuidado.

Para manter o controle do que deve e o que não deve ser limpo e em quais dias, o ideal é fazer um cronograma de limpeza. Neste cronograma devem constar todas as áreas do condomínio que precisam ser limpas e a frequência de limpeza. Locais com maior circulação de pessoas precisam de limpeza constante, com manutenções ao longo do dia.

É muito importante que as escalas e horários de trabalho acompanhem as demandas de limpeza do condomínio. Se a Academia fecha às 20:00, deve existir um funcionário que possa executar a limpeza após esse horário ou logo cedo para garantir que os usuários possam encontrar o ambiente limpo pela manhã.

Cada condomínio tem suas peculiaridades por isso, não existe uma regra exclusiva válida para todos os casos. O mais importante é avaliar as necessidades específicas do seu condomínio a fim de desenvolver um cronograma personalizado, que garanta que todas as áreas estejam limpas durante o dia todo. Defina quais locais necessitam de uma limpeza profunda e qual deve ser a periodicidade das rondas de manutenção e conservação. Isso manterá o condomínio limpo e sempre em ordem. Vale ainda lembrar que é provável que, durante o dia, surja a necessidade de realizar pequenas limpezas emergenciais, no caso de ocorrerem acidentes. Por isso, é preciso que os responsáveis pela limpeza estejam de sobreaviso, a fim de proporcionarem a devida higienização no momento em que a necessidade aparecer.

Por último, mas não menos importante, é imprescindível que a limpeza não atrapalhe os condôminos pois não há nada mais desagradável que, tropeçar em mangueiras, rodos e vassouras ou caminhar sobre poças de água e sabão enquanto passa pelo local. Por isso, na hora da elaboração do cronograma, é extremamente importante levar em consideração os horários de maior circulação de pessoas, fazendo o máximo possível para diminuir o desconforto causado aos usuários. O ideal é que a limpeza dos ambientes ocorra nos momentos em que houver o menor número de pessoas nesses locais. Assim se evita não só a insatisfação como eventuais acidentes, além de permitir que os locais estejam prontos para uso a qualquer momento.

Montar uma rotina de limpeza demanda certos cuidados, mas não é algo tão complexo assim. Tendo os profissionais corretos e a colaboração entre síndico e administradora, fica tudo mais fácil!

 

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Importância da Gestão de Rh nos condomínios

A gestão do pessoal e a sua formação desempenham atualmente um papel decisivo na relação entre síndico, administradora e condôminos.
Folha de pagamentos, contratação e dispensa de funcionários, controle de cartões ponto, horas extras, exigências da convenção coletiva, obrigações legais e tributárias, treinamentos, enfim, há uma lista de atividades que não é tarefa fácil mas que fica mais leve para os condomínios que optam por ter uma administradora cuidando deste assunto.
Além do que foi citado acima, ainda é necessário saber exatamente e quantidade de funcionários que o condomínio deve ter, que deve ser proporcional ao tamanho e à complexidade do mesmo. Ter menos colaboradores que o ideal, pode trazer custos adicionais com horas extras, além de prejudicar a segurança e comprometer a manutenção e a limpeza. A “economia” pode transformar-se em prejuízo. Além disso, é necessário apostar fortemente na formação contínua dos seus quadros.
A elaboração da folha de pagamentos é uma atividade técnica e complexa, que se inicia com o controle dos cartões de ponto eletrônicos ou manuais. Devem ser lançadas as informações que constam no cartão, ou seja, as horas trabalhadas, faltas, folgas, horas extras. Esses dados são convertidos para um sistema e transmitidos para a Caixa Econômica Federal (Sistema GFIP), através de um certificado digital que atestará a autenticidade das informações.
Os dados transmitidos acusam os valores que o condomínio deverá pagar ao Fisco, relativos ao Fundo de Garantia de cada empregado e aos valores do INSS (Previdência Social). A folha de pagamentos envolve ainda os valores de INSS a recolher dos prestadores de serviço autônomos e o PIS sobre a folha de salários. Ainda há o controle das férias, admissões e demissões, 13º salário e as declarações RAIS, CAGED e DIRF.
Portanto, é de extrema importância que o responsável por este trabalho seja um profissional habilitado de uma administradora condominial, pois são aspectos técnicos que envolvem conhecimento na área trabalhista.
A administradora deve ser uma empresa atualizada e atuante para oferecer o respaldo necessário ao condomínio e o síndico também precisa se empenhar em conhecer os custos trabalhistas e conversar com seus funcionários, visto que a boa comunicação interna é essencial para uma equipe motivada e eficiente. O descontentamento do funcionário com suas condições de trabalho e sua remuneração pode acarretar outros problemas como faltas e atrasos, justificados ou não, gerando uma situação que atrapalha a rotina do condomínio.

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O que faz um Gerente Predial?

Gerenciar um condomínio é uma responsabilidade muito grande e necessita de bastante empenho do síndico que, muitas vezes, acaba ficando sobrecarregado e precisa de ajuda.
Para isto, existem as administradoras de condomínio que cuidam de toda a parte burocrática, desde contratação de pessoal até a parte jurídica. Elas designam um gerente predial ou condominial.

Ele é uma espécie de super-zelador que gerencia os serviços de manutenção, portaria e segurança, administra contratos, negocia produtos e serviços. Coordena atividades administrativas, efetua cotações, compras, controle de almoxarifado, planejamento financeiro, contas a pagar e receber e elabora relatórios gerenciais. Ao síndico cabe se ocupar com o relacionamento com os condôminos e trabalhar para trazer melhorias ao condomínio.

O gerente de condomínio, assim como o zelador comum, é o braço direito do síndico dentro do condomínio. O que o diferencia do zelador é que sua função requer conhecimentos geralmente mais aprofundados em relação a assuntos técnicos (como a parte hidráulica e elétrica), além de lidar com assuntos burocráticos (compras, cotações) e administração de pessoal. O gerente condominial deve sempre acompanhar e motivar os funcionários. Deve ter uma boa comunicação e saber expressar com clareza e objetividade o que espera de cada funcionário. Deve sempre checar se a prestadora de serviços está em dia com as obrigações trabalhistas, para evitar futuros problemas judiciais para o edifício.

Este profissional irá assumir todas as rotinas administrativas e atuar estrategicamente na gestão do condomínio, ajudando o síndico em suas atribuições diárias.

Fonte: SíndicoNet

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Coleta Seletiva

A natureza é o nosso bem mais precioso, pois é dela que tiramos tudo que precisamos para nossa sobrevivência. Ela está sofrendo muito ultimamente devido às mudanças climáticas que vem ocorrendo por vários fatores causados pelo homem. Temos o dever de cuidar do nosso planeta para evitar que o mundo entre em colapso e as próximas gerações também possam usufruir de tudo que temos hoje.
O lançamento indiscriminado dos resíduos sólidos urbanos no meio ambiente, dispostos a céu aberto, é uma prática muito comum. A quantidade imensa desses resíduos provoca problemas de saúde pública, potencializando o risco de epidemias; obstrução de rios, canais e redes de esgoto, aumentando a ocorrência de enchentes; e poluição dos cursos d’água, das praias e do mar.

A coleta seletiva nos ajuda a separar os resíduos de forma que possam ser utilizados de uma maneira que reduza a agressão ao meio ambiente e permite que um grande número de pessoas se junte em torno de um objetivo que só trará benefícios a elas e ao planeta.
O primeiro passo de todo condomínio antes de começar a coleta seletiva, é verificar qual empresa, entidade, associação de bairro, cooperativa de catadores, órgão da prefeitura, ONG, entre outros, irá retirar o material a ser coletado.
Depois é necessário verificar a quantidade de lixo que é produzida no condomínio pois uma pequena quantidade de material pode deixar o transporte da matéria mais caro, dificuldade que pode ser superada facilmente se o condomínio se juntar a outros no mesmo bairro. Quantidades maiores viabilizam economicamente o transporte, mas exigem mais espaço para sua coleta ou maior frequência na retirada, por isso é necessário ter espaço grande para armazenamento destes resíduos.
Os resíduos recicláveis ocupam aproximadamente 50% do volume do lixo. É interessante considerar este número na hora de separar um espaço para armazenar estes resíduos.
O que separar para a Coleta Seletiva?
Papel: caixas, revistas, jornais, papel e papelão (o papel, desde que não seja proveniente do lixo de banheiro).
Embalagens Tetra Pak.
Metal: latas de aço ou alumínio (desde que os restos de alimentos sejam retirados).
Vidro: garrafas e potes de qualquer tamanho e cor, desde que não estejam quebrados, pois isto pode ferir as pessoas que os manusearem.
Plásticos: potes, garrafas, sacos e sacolas, embalagens de biscoitos e salgadinhos, garrafas de refrigerante, utensílios descartáveis como pratos, talheres e copos.
Pilhas e baterias assim como lâmpadas fluorescentes, somente devem ser separadas se o condomínio solicitar. Embora possam ser recuperados, esses materiais devem ter seu destino previamente determinado.
Os materiais não podem conter restos de alimentos nem estar engordurados.
Quanto à limpeza, após a completa retirada dos restos de alimentos, basta uma simples enxaguada com água. Isto fará com que o material separado não exale odores desagradáveis nem atraia insetos.
As cores que identificam os materiais recicláveis são: amarelo para latas inclusive as de alumínio, verde para o vidro, azul para o papel e vermelho para o plástico.
Os resíduos orgânicos (restos de alimentos) bem como os resíduos provenientes de banheiros devem ser colocados separadamente.
Depois de acertada a forma e a frequência da retirada dos materiais recicláveis, os condôminos precisarão ser conscientizados sobre os benefícios da coleta.
Benefícios da coleta seletiva
Diminuição do volume de lixo nos aterros sanitários, aumentando assim a vida útil dos mesmos;
Legalização da situação daqueles recicladores/coletadores que hoje trabalham informalmente;
Economia de matéria-prima (petróleo) equivalente à quantidade reciclada;
Educação da população por meio da valorização do lixo, que apresenta valor e permite a muitas pessoas se sustentarem;
Facilitação dos trabalhos de coletas seletivas das prefeituras, com o desenvolvimento de mais mercados para a utilização destes produtos e por último, mas não menos importante, a melhora da nossa qualidade de vida através deum meio ambiente bem cuidado e preservado.

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Animais no condomínio, pode ou não pode?

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE no início de 2016, os animais de estimação estão presentes em 44,3% dos domicílios, o que equivale a mais de 52 milhões de animais no país. Os dados ainda apontam que a população de animais domésticos é maior que a de crianças, que correspondem a 45 milhões.

Esta pesquisa leva a uma reflexão a respeito da permanência de pets nos condomínios, um assunto muito discutido seja quanto à proibição de mantê-los nas unidades, ao barulho que produzem ou ao perigo que alguns oferecem aos moradores. Há alguma lei que possa conduzir estas negociações, que proíba ou permita a permanência dos bichinhos?

“Lei n° 4.591, de 16 de dezembro, de 1964

Dispõe sobre o condomínio em edificações, de um ou mais imobiliárias.

Título I – Do Condomínio

Capítulo V – Utilização da Edificação ou do Conjunto de Edificações

Art. 19º Cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionados, umas e outros, às normas de boa vizinhança, e poderá usar as partes e coisas comuns de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores, nem obstáculos ou embaraço ao bom uso das mesmas partes por todos.

Constituição Federal – Art. 5°

XXII – É garantido o direito de propriedade.

Art. 1277 do Código Civil: O proprietário, ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha.”

Ou seja, nenhuma convenção pode proibir a permanência de animais no interior dos apartamentos, pois estaria violando o direito de propriedade e a liberdade individual de cada pessoa em utilizar a sua área privativa de acordo com seus interesses – desde que não sejam contrários à destinação do imóvel . Mas as convenções podem regularizar a forma como os animais deverão ser mantidos no condomínio partindo de três requisitos básicos:

1) O animal não deve oferecer riscos à saúde e à segurança dos demais moradores e animais (por exemplo: se for bravo, usar focinheira enquanto circula dentro do condomínio, no trajeto do apartamento até a rua; deve estar com as vacinas em dia e, se estiver com alguma doença contagiosa, não deve circular no condomínio – até mesmo para que não contamine outros animais).

2) O animal não deve trazer problemas quanto à higiene do condomínio (não fazer as necessidades nas áreas comuns e, no apartamento, cuidar para que um possível mau cheiro não ultrapasse a porta da rua e invada o hall social ou os outros apartamentos. O morador deve manter, ainda, a porta do seu apartamento sempre fechada, para evitar fuga do animal ou a saída de “bolos de pêlo” para a área comum);

3) O animal não deve perturbar o sossego dos demais moradores (ex.: cães “latidores”). Nesse quesito, vale salientar que, em se tratando de um cão que late, a lei do silêncio deve ser respeitada. Ou seja, ele pode latir moderadamente entre 8h e 22h. Assim como as pessoas fazem barulhos normais durante o dia (como andar no apartamento, ligar a TV, ouvir som, brincar, falar, dentre outros) o animal também tem o direito de fazer “barulhos normais”, afinal ele é um ser vivo que se movimenta e emite sons. O que não pode é perturbar o sossego dos outros moradores. Em caso de cães que latem muito e de forma constante deve ser observado o caso concreto e utilizar o bom senso para uma melhor solução.

Se houver bom senso e empatia tanto do síndico quanto dos condôminos todos poderão viver em harmonia com seus animais de estimação pois só pode haver vedações em caso de animais que causem transtornos ao condomínio e aos condôminos (barulho, agressividade, ameaça à saúde pública).

Fontes: PEA (Projeto Esperança Animal)
http://www.caoviver.com.br/animais-em-condominio/

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O que faz uma administradora de condomínios?

As mudanças do estilo de vida das pessoas nos grandes centros urbanos trouxeram um aumento na procura por condomínios pois eles passam segurança, trazem conforto, garantem o lazer e, claro, praticidade. Com isso, surgiu também, a necessidade de uma empresa que cuidasse de todas as atividades que regem a manutenção de um condomínio. Esta atividade tornou-se ainda mais complexa nos últimos anos devido à sobrecarga das obrigações de ordem fiscal e legal. Mas quais são os serviços que elas realizam?

Ao contrário do que muita gente imagina, a administradora de condomínio possui um papel muito importante, com uma série de atividades, bem como direito, administração, relações humanas, economia e finanças.

A administradora de condomínio atende vários tipos de condomínios : residenciais, comerciais, flats e shoppings; e entre os serviços básicos que são realizados por ela estão a emissão de boletos de taxas condominiais, administração de pessoal, balancetes mensais etc. Além destas atividades, a administradora também oferece assessoria jurídica, contábil e administrativa.

É necessário tomar muito cuidado na hora de escolher a empresa que vai cuidar do seu condomínio, uma vez que as atividades que ela vai desempenhar atingem diretamente o seu bolso. Uma dica é verificar as referências da empresa bem como sua competência no ramo e tempo de experiência no mercado.

Mas antes de qualquer coisa, o mais importante é escolher um síndico, que será responsável pela contratação da administradora. O que vai facilitar, e muito, sua vida, uma vez que ele não vai ter que se preocupar com questões burocráticas que dificilmente são feitas sem gastar muito tempo. Lembrando que a contratação é permitida pela Lei dos Condomínios.

O trabalho de uma administradora de condomínio vai muito além de um simples gerenciamento. Ele garante um canal seguro entre o sistema jurídico e legal dos condomínios com os condôminos, além da organização de todos os processos que fazem com que um condomínio funcione perfeitamente.

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