Administradora F&F

O que fazer quando ficar preso em um elevador

Quem é claustrofóbico e até mesmo quem não sofre com lugares totalmente fechados, têm uma coisa em comum: medo de ficar preso no elevador.
Que ninguém quer passar pela experiência é fato, mas também é uma verdade que pode acontecer com qualquer um. E se acontecer, como agir?

 

A primeira regra é não se apavorar. A maioria das pessoas acredita que o elevador é totalmente vedado, mas a realidade é que ele tem espaços por onde o ar entra, por isso, se acontecer de você ficar preso no elevador, controle a sua respiração e fale pouco.

 

Se você estiver preso no elevador com outras pessoas, acalme-as e oriente-as a fazer a mesma coisa.

 

Quanto menos oxigênio for usado, mais ar de qualidade vocês terão para respirar. Em seguida, aperte o botão que vai alarmar a portaria, assim eles vão chamar o corpo de bombeiros, que está habilitado para abrir o elevador e tirar todos lá de dentro.

 

Uma péssima ideia seria tentar abrir a porta do elevador, isso sim poderia causar acidentes.

 

Após ter avisado a administração do condomínio, espere e aproveite o tempo “livre” para avisar os amigos e a família que você talvez demore um pouco para chegar, porque está preso no elevador.

 

Essa atitude é importante por dois motivos: ajuda a passar o tempo e dá uma satisfação para que as pessoas que estiverem te esperando não fiquem preocupadas.

 

Quando o zelador e o síndico chegarem, é importante que eles tenham as informações completas de todo o cenário: quantas pessoas estão presas no elevador, qual a situação de cada uma delas e o que cada pessoa está fazendo.

 

Assim que os bombeiros chegarem, o síndico deve passar todos os detalhes para os profissionais, para que eles possam abrir o elevador com segurança e todos saírem de lá mais tranquilos.

 

Para evitar que mais ninguém fique preso no elevador, é importante observar que o síndico e o zelador devem fazer o procedimento de segurança correto:

 

travar os elevadores de todos os andares;

colocar aviso de que o elevador está com problemas, que já está sendo consertado;

Os responsáveis pela manutenção do elevador devem verificar e arrumar o problema o mais rápido possível para que os condôminos não tenham o dia a dia afetado por muito tempo.

 

Administradora F&FO que fazer quando ficar preso em um elevador
Leia mais

Dengue: proteja seu condomínio

Devido a grande concentração de pessoas e a quantidade de áreas externas que podem acumular água, os condomínios se tornaram grandes focos de proliferação do mosquito transmissor da Dengue, o Aedes Aegypti.

Este mosquito gosta de locais com sombra e água limpa, por isso devemos eliminar todos os lugares com características semelhantes.

A melhor forma para evitar a proliferação da doença é conscientizar os moradores e funcionários sobre a importância de adotar medidas de prevenção dentro e fora do condomínio.

Síndico

O síndico tem papel fundamental no combate à dengue e sua responsabilidade é zelar pelas áreas comuns do condomínio e garantir que todos os objetos que podem acumular água sejam cobertos e/ou removidos. Lembrando que piscinas, calhas, lajes, marquises, ralos, caixas d’água e fossos de elevadores também devem ser inspecionados regularmente.

Comunicação

Para orientar a população condominial sobre os principais cuidados que devem ser tomados para evitar a Dengue, produzimos um mural que pode ser impresso e fixado em lugares de grande circulação de pessoas dentro do condomínio, como por exemplo hall de entrada, elevadores e portaria.

Sobre a doença

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, a incidência aumentou 30 vezes, com ampliação da expansão geográfica para novos países e, na presente década, para pequenas cidades e áreas rurais. É estimado que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas morem em países onde a dengue é endêmica.

Principais sintomas:

  • Náusea, vômitos
  • Exantema (erupções vermelhas na pele)
  • Mialgias, artralgia (dores musculares e articulares)
  • Cefaleia, dolor retroorbital (dores de cabeça e atrás dos olhos)
  • Patéquias (pequenas hemorragias pelo corpo)
  • Leucopenia (queda na produção de leucócitos)

Fonte: Ministério da Saúde

Administradora F&FDengue: proteja seu condomínio
Leia mais