setembro 2016

MANUTENÇÃO PREDIAL

Um dos maiores e mais frequentes problemas em condomínios atualmente é justamente a falta de manutenção no prédio, que pode comprometer a eficácia das instalações elétricas do condomínio e até mesmo causar acidentes, como incêndios e choques elétricos além de desabamento do prédio, desabamento de uma varanda, entupimentos de esgoto do condomínio, alagamentos e goteiras em épocas de chuvas dentre outros problemas. O ideal é sempre fazer uma manutenção preventiva no prédio para que possíveis problemas sejam resolvidos antes mesmo de trazer algum transtorno ao condomínio.

Mais do que uma questão estética, os cuidados adequados durante o uso são fundamentais para garantir a segurança e a vida útil do imóvel. A relação custo/benefício também fica evidente, já que os gastos com reformas sobem consideravelmente quando não é feito nenhum tipo de manutenção preventiva.

Em situações mais extremas, a falta de manutenção adequada pode comprometer o bom funcionamento ou mesmo inviabilizar a utilização de uma obra, causando graves prejuízos e riscos aos usuários.  Segundo estudos do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape), mais de 60% das prováveis causas e origens dos acidentes em edificações com mais de dez anos estão relacionados à deficiência na manutenção.

Para evitar problemas maiores, basta que o síndico mantenha-se sempre informado das necessidades do condomínio e que realize a manutenção preventiva.

 

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Como evitar problemas na área de uso comum do seu condomínio

Locais de uso comum para todos os moradores de um condomínio como salões de festa, piscina e garagem, além de oferecerem lazer e segurança, costumam também ser motivo de conflitos e desentendimentos. Os problemas mais recorrentes estão relacionados às vagas de veículos, barulho e má utilização dos equipamentos. Para evitar esses transtornos, é preciso estabelecer regras bem definidas e justas, que devem ter como objetivo a garantia de espaços igualitários.

Em geral, para dividir os horários de uso de salões de festas, academias e churrasqueiras, devem ser criadas regras que garantam o uso igual para todos. Por isso, cabe ao condomínio coordenar a cessão da área comum, e estabelecer um agendamento para uso desses locais.

O não cumprimento das regras pode prejudicar tanto o condomínio quanto os próprios moradores. Para garantir a ordem e a utilização democrática dos espaços, geralmente, essas regras são definidas no início da habitação dos prédios e mudadas conforme a necessidade.

Além do barulho, os problemas mais recorrentes nas áreas comuns estão relacionados a utilização inadequada que acarreta danos ao patrimônio, como quebra de móveis do salão de festas e dos equipamentos na academia. Para tentar resolver estas questões é necessário advertir e multar o condômino. O condomínio é um espaço coletivo e que deve haver respeito. Todos vão usar o espaço pelo menos uma vez e, depois deste, outro também vai usar.

A garagem é um dos locais onde mais acontecem situações de conflitos. Vagas, visitantes e aluguel são alguns dos temas que frequentemente provocam desgastes entre os moradores. As regras para utilização desse espaço são bem específicas, e estão definidas no Código Civil, na Lei de Condomínios e através da convenção condominial. Por isso a importância da administração estar sempre atenta para o cumprimento da convenção sem que haja maiores problemas entre os moradores.

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BOLETOS SEM REGISTRO

O boleto sem registro como o conhecemos deve deixar de existir ao final de 2016. A notícia, divulgada no primeiro semestre de 2015, pegou muita gente de surpresa e vem tirando o sono de quem utiliza a modalidade para fazer cobranças e deixando muitas dúvidas para quem deseja começar a utilizar a cobrança por boleto.

O Projeto Nova Plataforma de Cobrança, da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), tem o objetivo de trazer mais transparência ao mercado de pagamento.

Mas qual a diferença entre boleto com registro e sem registro?
Como o próprio nome diz, a diferença entre os dois tipos de cobrança é que um deles deve ser registrado no sistema do banco e o outro não. Com isso, o banco tem todas as informações sobre a cobrança e, para que você consiga fazer o cancelamento ou qualquer alteração no boleto, como data de vencimento, é preciso enviar um arquivo de remessa ao banco com todas as informações da transação, o que não acontece com o boleto sem registro. Assim, fica mais fácil evitar fraudes com boleto.

Outra diferença é com relação às tarifas cobradas. Na cobrança sem registro, o banco geralmente cobra tarifa apenas quando o boleto é efetivamente pago por meio da rede bancária. Já para a cobrança com registro, o banco pode cobrar tarifas sobre as operações de registro, alteração ou cancelamento do boleto. Ou seja, você pode pagar mais de uma tarifa para o mesmo boleto.

A vantagem do boleto com registro bancário é que, em caso de não pagamento, ele pode ser protestado em cartório. Apesar de não ser considerado um título de crédito, é possível protestar o título de crédito indicado no boleto, geralmente uma duplicata mercantil ou de serviço.

O fim do boleto sem registro foi anunciado pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) no início do ano como parte do Projeto Nova Plataforma de Cobrança, que tem o objetivo de trazer mais transparência para o mercado de pagamento. A aplicação da nova regra será realizada em etapas, de acordo com o cronograma divulgado pela instituição:

  • Junho de 2015 – Fim da oferta da cobrança sem registros para novos clientes
  • Agosto de 2015 – Início da operação da base centralizadora de benefícios
  • Dezembro de 2016 – Término da migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
  • Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

Para que o boleto seja registrado, será obrigatório constar no documento de cobrança e no registro bancário pela internet o CPF ou CNPJ do pagador (sacado).

Os boletos sem registro emitidos após 2017 só poderão ser pagos no banco emissor, mesmo antes da data de vencimento.

 

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DICAS PARA MONTAR UMA ROTINA DE LIMPEZA EM SEU CONDOMÍNIO

Por mais fácil e simples que possa parecer, a rotina de limpeza de um condomínio é um dos maiores desafios para síndicos e condôminos.
É natural que as áreas de uso comum acumulem sujeira com muita frequência por isso, manter a limpeza do local é imprescindível para garantir o bem-estar e o conforto dos habitantes e visitantes.

Para manter uma rotina de limpeza, alguns cuidados se fazem necessários, como por exemplo materiais de limpeza. É preciso deixar à disposição da equipe responsável os materiais e equipamentos adequados para que tudo seja realizado da melhor maneira possível. E como cada área do condomínio exige técnicas e cuidados de higiene específicos, também demandam os materiais corretos para sua execução. Detergente neutro, cera, desinfetantes, esponjas, panos de chão, flanelas, baldes, rodos e vassouras são alguns dos itens fundamentais quando o assunto é manter a limpeza de um condomínio em dia.

É interessante criar uma lista com a qual se possa controlar o uso dos materiais. Assim, é possível deixar o estoque sempre em ordem, a fim de não prejudicar ou atrasar o bom andamento dos processos.

Além dos produtos, os equipamentos também podem ajudar bastante, permitindo que o trabalho seja feito com maior rapidez e menos gastos. Um exemplo são as lavadoras de piso para condomínios que, com grande abrangência, pode auxiliar bastante no processo e aumentar a eficiência de limpeza no local.

Evite deixar a sujeira acumular nas áreas que são usadas frequentemente. Para que a sujeira não acumule demais, o ideal é fazer uma faxina profunda e periódica em cada ambiente e depois ir mantendo-os limpos, fazendo uma limpeza leve diariamente.
Banheiros, vidros, portas, escadarias, elevadores, salão de festas e a academia: todos esses itens e ambientes devem ser constantemente supervisionados e mantidos em condições de uso, para não dificultar a faxina completa no dia em que tiver que ser feita. A equipe deve se manter atenta a detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos, como a limpeza de áreas que ficam fora do alcance dos olhos (como lustres ou cantinhos escondidos atrás de móveis), que podem juntar teias de aranha e poeira, o que causa uma péssima impressão em quem percebe tal falta de cuidado.

Para manter o controle do que deve e o que não deve ser limpo e em quais dias, o ideal é fazer um cronograma de limpeza. Neste cronograma devem constar todas as áreas do condomínio que precisam ser limpas e a frequência de limpeza. Locais com maior circulação de pessoas precisam de limpeza constante, com manutenções ao longo do dia.

É muito importante que as escalas e horários de trabalho acompanhem as demandas de limpeza do condomínio. Se a Academia fecha às 20:00, deve existir um funcionário que possa executar a limpeza após esse horário ou logo cedo para garantir que os usuários possam encontrar o ambiente limpo pela manhã.

Cada condomínio tem suas peculiaridades por isso, não existe uma regra exclusiva válida para todos os casos. O mais importante é avaliar as necessidades específicas do seu condomínio a fim de desenvolver um cronograma personalizado, que garanta que todas as áreas estejam limpas durante o dia todo. Defina quais locais necessitam de uma limpeza profunda e qual deve ser a periodicidade das rondas de manutenção e conservação. Isso manterá o condomínio limpo e sempre em ordem. Vale ainda lembrar que é provável que, durante o dia, surja a necessidade de realizar pequenas limpezas emergenciais, no caso de ocorrerem acidentes. Por isso, é preciso que os responsáveis pela limpeza estejam de sobreaviso, a fim de proporcionarem a devida higienização no momento em que a necessidade aparecer.

Por último, mas não menos importante, é imprescindível que a limpeza não atrapalhe os condôminos pois não há nada mais desagradável que, tropeçar em mangueiras, rodos e vassouras ou caminhar sobre poças de água e sabão enquanto passa pelo local. Por isso, na hora da elaboração do cronograma, é extremamente importante levar em consideração os horários de maior circulação de pessoas, fazendo o máximo possível para diminuir o desconforto causado aos usuários. O ideal é que a limpeza dos ambientes ocorra nos momentos em que houver o menor número de pessoas nesses locais. Assim se evita não só a insatisfação como eventuais acidentes, além de permitir que os locais estejam prontos para uso a qualquer momento.

Montar uma rotina de limpeza demanda certos cuidados, mas não é algo tão complexo assim. Tendo os profissionais corretos e a colaboração entre síndico e administradora, fica tudo mais fácil!

 

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