agosto 2016

Importância da Gestão de Rh nos condomínios

A gestão do pessoal e a sua formação desempenham atualmente um papel decisivo na relação entre síndico, administradora e condôminos.
Folha de pagamentos, contratação e dispensa de funcionários, controle de cartões ponto, horas extras, exigências da convenção coletiva, obrigações legais e tributárias, treinamentos, enfim, há uma lista de atividades que não é tarefa fácil mas que fica mais leve para os condomínios que optam por ter uma administradora cuidando deste assunto.
Além do que foi citado acima, ainda é necessário saber exatamente e quantidade de funcionários que o condomínio deve ter, que deve ser proporcional ao tamanho e à complexidade do mesmo. Ter menos colaboradores que o ideal, pode trazer custos adicionais com horas extras, além de prejudicar a segurança e comprometer a manutenção e a limpeza. A “economia” pode transformar-se em prejuízo. Além disso, é necessário apostar fortemente na formação contínua dos seus quadros.
A elaboração da folha de pagamentos é uma atividade técnica e complexa, que se inicia com o controle dos cartões de ponto eletrônicos ou manuais. Devem ser lançadas as informações que constam no cartão, ou seja, as horas trabalhadas, faltas, folgas, horas extras. Esses dados são convertidos para um sistema e transmitidos para a Caixa Econômica Federal (Sistema GFIP), através de um certificado digital que atestará a autenticidade das informações.
Os dados transmitidos acusam os valores que o condomínio deverá pagar ao Fisco, relativos ao Fundo de Garantia de cada empregado e aos valores do INSS (Previdência Social). A folha de pagamentos envolve ainda os valores de INSS a recolher dos prestadores de serviço autônomos e o PIS sobre a folha de salários. Ainda há o controle das férias, admissões e demissões, 13º salário e as declarações RAIS, CAGED e DIRF.
Portanto, é de extrema importância que o responsável por este trabalho seja um profissional habilitado de uma administradora condominial, pois são aspectos técnicos que envolvem conhecimento na área trabalhista.
A administradora deve ser uma empresa atualizada e atuante para oferecer o respaldo necessário ao condomínio e o síndico também precisa se empenhar em conhecer os custos trabalhistas e conversar com seus funcionários, visto que a boa comunicação interna é essencial para uma equipe motivada e eficiente. O descontentamento do funcionário com suas condições de trabalho e sua remuneração pode acarretar outros problemas como faltas e atrasos, justificados ou não, gerando uma situação que atrapalha a rotina do condomínio.

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O que faz um Gerente Predial?

Gerenciar um condomínio é uma responsabilidade muito grande e necessita de bastante empenho do síndico que, muitas vezes, acaba ficando sobrecarregado e precisa de ajuda.
Para isto, existem as administradoras de condomínio que cuidam de toda a parte burocrática, desde contratação de pessoal até a parte jurídica. Elas designam um gerente predial ou condominial.

Ele é uma espécie de super-zelador que gerencia os serviços de manutenção, portaria e segurança, administra contratos, negocia produtos e serviços. Coordena atividades administrativas, efetua cotações, compras, controle de almoxarifado, planejamento financeiro, contas a pagar e receber e elabora relatórios gerenciais. Ao síndico cabe se ocupar com o relacionamento com os condôminos e trabalhar para trazer melhorias ao condomínio.

O gerente de condomínio, assim como o zelador comum, é o braço direito do síndico dentro do condomínio. O que o diferencia do zelador é que sua função requer conhecimentos geralmente mais aprofundados em relação a assuntos técnicos (como a parte hidráulica e elétrica), além de lidar com assuntos burocráticos (compras, cotações) e administração de pessoal. O gerente condominial deve sempre acompanhar e motivar os funcionários. Deve ter uma boa comunicação e saber expressar com clareza e objetividade o que espera de cada funcionário. Deve sempre checar se a prestadora de serviços está em dia com as obrigações trabalhistas, para evitar futuros problemas judiciais para o edifício.

Este profissional irá assumir todas as rotinas administrativas e atuar estrategicamente na gestão do condomínio, ajudando o síndico em suas atribuições diárias.

Fonte: SíndicoNet

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Coleta Seletiva

A natureza é o nosso bem mais precioso, pois é dela que tiramos tudo que precisamos para nossa sobrevivência. Ela está sofrendo muito ultimamente devido às mudanças climáticas que vem ocorrendo por vários fatores causados pelo homem. Temos o dever de cuidar do nosso planeta para evitar que o mundo entre em colapso e as próximas gerações também possam usufruir de tudo que temos hoje.
O lançamento indiscriminado dos resíduos sólidos urbanos no meio ambiente, dispostos a céu aberto, é uma prática muito comum. A quantidade imensa desses resíduos provoca problemas de saúde pública, potencializando o risco de epidemias; obstrução de rios, canais e redes de esgoto, aumentando a ocorrência de enchentes; e poluição dos cursos d’água, das praias e do mar.

A coleta seletiva nos ajuda a separar os resíduos de forma que possam ser utilizados de uma maneira que reduza a agressão ao meio ambiente e permite que um grande número de pessoas se junte em torno de um objetivo que só trará benefícios a elas e ao planeta.
O primeiro passo de todo condomínio antes de começar a coleta seletiva, é verificar qual empresa, entidade, associação de bairro, cooperativa de catadores, órgão da prefeitura, ONG, entre outros, irá retirar o material a ser coletado.
Depois é necessário verificar a quantidade de lixo que é produzida no condomínio pois uma pequena quantidade de material pode deixar o transporte da matéria mais caro, dificuldade que pode ser superada facilmente se o condomínio se juntar a outros no mesmo bairro. Quantidades maiores viabilizam economicamente o transporte, mas exigem mais espaço para sua coleta ou maior frequência na retirada, por isso é necessário ter espaço grande para armazenamento destes resíduos.
Os resíduos recicláveis ocupam aproximadamente 50% do volume do lixo. É interessante considerar este número na hora de separar um espaço para armazenar estes resíduos.
O que separar para a Coleta Seletiva?
Papel: caixas, revistas, jornais, papel e papelão (o papel, desde que não seja proveniente do lixo de banheiro).
Embalagens Tetra Pak.
Metal: latas de aço ou alumínio (desde que os restos de alimentos sejam retirados).
Vidro: garrafas e potes de qualquer tamanho e cor, desde que não estejam quebrados, pois isto pode ferir as pessoas que os manusearem.
Plásticos: potes, garrafas, sacos e sacolas, embalagens de biscoitos e salgadinhos, garrafas de refrigerante, utensílios descartáveis como pratos, talheres e copos.
Pilhas e baterias assim como lâmpadas fluorescentes, somente devem ser separadas se o condomínio solicitar. Embora possam ser recuperados, esses materiais devem ter seu destino previamente determinado.
Os materiais não podem conter restos de alimentos nem estar engordurados.
Quanto à limpeza, após a completa retirada dos restos de alimentos, basta uma simples enxaguada com água. Isto fará com que o material separado não exale odores desagradáveis nem atraia insetos.
As cores que identificam os materiais recicláveis são: amarelo para latas inclusive as de alumínio, verde para o vidro, azul para o papel e vermelho para o plástico.
Os resíduos orgânicos (restos de alimentos) bem como os resíduos provenientes de banheiros devem ser colocados separadamente.
Depois de acertada a forma e a frequência da retirada dos materiais recicláveis, os condôminos precisarão ser conscientizados sobre os benefícios da coleta.
Benefícios da coleta seletiva
Diminuição do volume de lixo nos aterros sanitários, aumentando assim a vida útil dos mesmos;
Legalização da situação daqueles recicladores/coletadores que hoje trabalham informalmente;
Economia de matéria-prima (petróleo) equivalente à quantidade reciclada;
Educação da população por meio da valorização do lixo, que apresenta valor e permite a muitas pessoas se sustentarem;
Facilitação dos trabalhos de coletas seletivas das prefeituras, com o desenvolvimento de mais mercados para a utilização destes produtos e por último, mas não menos importante, a melhora da nossa qualidade de vida através deum meio ambiente bem cuidado e preservado.

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